Eu, o Abreu e todo mundo precisamos falar. Eu falo, tu falas, ele (até sozinho) fala.
- É meu irmão. Agora a gente não fala não. Nem olha na cara. Agora a gente escreve! Disse um bêbado hoje no bar.
Então tá! Eis-me aqui a escrever. Sem olho no olho. Sem bonitezas e eleganteios, o eu passarinho começa com pernas curtas!
